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SILÊNCIO

  Com  exceção de alguns "detalhes", nada é mais idêntico do que o nascimento e a morte. O que acontece pelo meio pode ser mais ou menos magnífico dependendo de alguns fatores. O amor e o silêncio são parâmetros vitais nessa distância, vírgulas que balizam a cidadania do bom senso. Após 259200 minutos desde a última publicação... aqui vai a minha modesta  reflexão:     O silêncio calibra e posiciona a  vida, O silêncio é necessário para perceber que Nem tudo é tão grave/ nem tudo é tão leve. Nem tudo é amor/nem tudo é "não amor" nem tudo verdade/nem tudo é mentira nem tudo é justo/nem tudo é injusto NEM TUDO É INFORMAÇÃO/ nem tudo é nada Morremos e renascemos, choramos e rimos  aprendemos silenciando. nada é certo...certo contudo é o silêncio. Ser cidadão ativo não é apenas dar VOZ, é ser Voz é SER Silêncio.    Em 1952, o compositor John Cage a...

DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

As principais conquistas das últimas duas décadas em matéria de direitos do homem vão ser recordadas pelas Nações Unidas, esta terça-feira, 10 de dezembro, data em que se assinala o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A celebração destina-se a honrar o dia em que a Assembleia Geral da ONU proclamou, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos do Homem. Na ocasião, o acordo foi assinado por 58 Estados com o objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da Segunda Guerra Mundial, que vitimaram milhões de pessoas. Este ano, as Nações Unidas escolheram assinalar a data sob o lema «20 anos a trabalhar pelos seus direitos». O ponto alto das comemorações vive-se em Nova Iorque, na sede da ONU, com a atribuição de prémios a cinco ativistas e um instituição, ligados à defesa dos direitos humanos. Os distinguidos serão Biram Dah Abeid, da Mauritânia, Hiljmnijeta Apuk, do Kosovo, Liisa Kauppinen, da Finlândia, Khadija Ryadi, de Marrocos, e à jovem paquistanesa ...

A “Carta de Direitos e Deveres do Utente” do INEM

A “Carta de Direitos e Deveres do Utente” do INEM contém 7 artigos relativos aos Deveres dos Utentes e 15 artigos que determinam os seus Direitos. Estes últimos vão do “direito a uma pronta e correta prestação de cuidados de saúde no local da ocorrência e transporte assistido para o hospital adequado”, passando por outros como o direito à “privacidade e intimidade no decurso da assistência médica prestada” ou “ser tratado com o máximo respeito pela dignidade humana”. Os direitos a “apresentar sugestões ou reclamações”, a “aceder a dados registados no seu processo clínico” ou o direito à “confidencialidade de toda a informação clínica e elementos identificativos que lhe respeitem” estão igualmente contemplados nesta Carta.   Ver mais em http://www.inem.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=28769